Projeto Dente de Leão

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O que é o Projeto?

 

É com alegria que apresentamos o projeto
Dente-de-Leão, fruto do trabalho que une música, arte e poesia, desenvolvido na Escola do Sítio.
O projeto surgiu da necessidade de registrar com ilustrações e um CD, alguns momentos do trabalho de musicalização desenvolvido na Escola. O nome Dente-de-Leão é uma referência a pequena planta encontrada por toda a parte.
Quem não se lembra de, na sua infância, colher um dente-de-leão para suavemente soprar?
Leve, ela se desprende e voa com facilidade até encontrar um lugar para se fixar. Assim como a música que leve e desprendida passeia em nossos ouvidos e fixa em nossos corações.

 

Justificativa

 

Sem pretensão de criarmos um portifólio de todo o trabalho, Dente-de-Leão ilustra e sonoriza algumas de nossas intenções e desejos. A música como linguagem universal é inserida no cotidiano da Escola do Sítio, aparece nas rodas, nas histórias, na rotina das turmas. Com o professor Saulo Riveira à frente desse trabalho, registramos em arte e som as músicas mais apreciadas pelos grupos e outras criadas por eles.

Dente-de-Leão  é a concretização de um desejo, é a convicção de que o fazer musical propicia um espaço de troca de saberes e de afetos.

Músicas

[focus_text_nd color=”blue” title=”Fala do Professor” description=”“As muitas possibilidades musicais nos levam a imaginar e a pensar que esse é um trabalho de fácil realização. Mas a construção de um CD com as crianças tocando, cantando e se envolvendo tem me mostrado a riqueza de um trabalho de sensibilização sonora. Pudemos juntos continuar nossas experimentações da aula, transformadas em algo concreto, sonoro e sensível. Como cantamos (palavras das crianças), corremos pelos nossos sonhos e pensamentos, e chegamos em um final. Não um ponto, onde não existe continuação, mas um resumo do que realizamos durante nosso ano. Curtam esse som em vários momentos, transformando-os, e multiplicado-os!“ Saulo Riveira”]

Letras das Músicas

Interpretes: Maternal A e Maternal B

Composição: Cantiga folclórica brasileira / Frère Jacques

A baleia, a baleia

É amiga da sereia

Ela faz tchibum

Ela faz tchibum

Chuá, Chuá

Chuá, Chuá

Interprete: Maternal B

Composição: Saulo Rivera

Lucas, Giovanna, Clara, Beatriz

Caroline, Caio e Elis

Nícolas, Thamires, Julia e Luiz

Maria Cecília, Bernardo e Jasmim

Madalena, João Pedro, Heloisa

Interprete: Jardim 1

Composição: Saulo Rivera

Jorge, Felipe, Heloisa, Isabela

Isis, Heitor, Lara, Gabriela

Benjamin, Helena, Valentin

Pedro, Liliana, Davi, Laís

Paulo, Rosa, Miguel

Interprete: Jardim 1

Composição: Saulo Rivera

Muçá, Muçá, Muçá

Será que essa fruta existirá?

Muçá, Muçá, Muçá

Será que essa fruta existirá?

A velhinha quer atrapalhar

Mugá, Mucungá, Mulucungá

Interprete: Jardim 2

Composição: Saulo Rivera

Éric, Liz, Cora, Davi

Helena, Eduardo, Nicole, Bernardo

Gabriel, Lisa, Iasmin

Carlos, Luisa, Livia, Olivia

Alexandre, Davi Braga, Bianca

Maria Antônia, Maria Eduarda

Interprete: Jardim 2

Composição: Saulo Rivera

Pomelo acorda e caminha

E vê um dente-de-leão

Ele parece tão pequeno

Pequeno é perto do chão

Pomelo mede uma formiga

Veja só o que aconteceu:

Ele se mede e não acredita

Parece que ele cresceu

Pomelo mede a sua cabeça

Compara com o tamanho do seu olho

O que ele não quer que aconteça

É que ele vire um trambolho

Será que pra crescer, o como ser pequeno eu tenho que esquecer?

Será que pra deixar de ser pequeno, é só dizer adeus e não ter medo?

Será que pra crescer, o como ser pequeno eu tenho que esquecer?

Será que pra deixar de ser pequeno, é só dizer adeus e não ter medo?

Interprete: Jardim 2

Composição: Cirandas Populares

Mandei fazer uma casa de farinha

Bem maneirinha que o vento possa levar

Oi passa sol, oi passa chuva, oi passa o vento

Só não passa o movimento

Do cirandeiro a rodar

Oi passa sol, oi passa chuva, oi passa o vento

Só não passa o movimento

Do cirandeiro a rodar

O cirandeiro, cirandeiro ó

A pedra do seu anel, brilha mais do que o sol

O cirandeiro, cirandeiro ó

A pedra do seu anel, brilha mais do que o sol

Eu estava na beira da praia

Ouvindo as pancadas

Da água do mar

Eu estava na beira da praia

Ouvindo as pancadas

Da água do mar

Interprete: Primeiro Ano

Composição: Saulo Rivera

Música Original: Garota de Berlin – Supla

Christian, Sofia e Joaquim

Alice, Marco Antônio, Pedro Cola e Larissa

Gustavo, Ana Flora, Gabriela e Clarissa

Tinha o Davi que não estuda mais aqui

Guilherme e Alicia, Gabriela Prendin

Matheus e Miguel, Pedro Gabriel

Maria Clara, Ian, Beatriz

Interprete: Primeiro Ano

Composição: Primeiro Ano

Arranjo: Saulo Rivera

Sim, Não, Sim, Não, Sim, Não, Sim, Não,

O não, é uma palavra importante

É pra te proteger

Se você tem uma palavra pra falar: fale

Siga sua vida, fale sim pro seu coração

Corra atrás, do seu pensamento

Interprete: Segundo e Terceiro Ano

Composição: Cantiga folclórica brasileira

Quem me ensinou a nadar

Quem me ensinou a nadar

Foi, foi o marinheiro

Foi o peixinho do mar

Foi, foi o marinheiro

Foi o peixinho do mar

Hey nós, que viemos de outras terras, outro mar

Hey nós, que viemos de outras terras, outro mar

Temos pólvora, chumbo e bala, nós queremos, é guerrear

Temos pólvora, chumbo e bala, nós queremos, é guerrear

Interprete: Terceiro Ano

Composição: Thelma Gavioli

Arranjo: Saulo Rivera

Pedrinho era um menino, muito curioso

Até inventou um Milk-shake bem gostoso

Mas quando bebeu, seu esqueleto apareceu

Esse esqueleto, era bem medroso

Ficava se escondendo o tempo todo

Pedrinho Esqueleto entrou no caldeirão

Causando a maior confusão

Mas salvou o diretor do ladrão

E pra acabar com a situação

Pedrinho inverteu a poção

Pedrinho Esqueleto, Pedrinho Esqueleto, Pedrinho Esqueleto

Interprete: Terceiro Ano

Composição: Dado Villa-Lobos, Renato Russo, Marcelo Bonfá

Todos os dias quando acordo
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo

Todos os dias antes de dormir
Lembro e esqueço como foi o dia
Sempre em frente não temos tempo a perder

Nosso suor sagrado é bem mais belo
Que esse sangue amargo

E tão sério
E selvagem! Selvagem! Selvagem!

Veja o sol dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega
É da cor dos teus olhos
Castanhos

Então me abraça forte

E diz mais uma vez que já estamos
Distantes de tudo

Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo

Não tenho medo do escuro

Mas deixe as luzes acesas agora
O que foi escondido é o que se escondeu
E o que foi prometido ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens! Tão jovens! Tão jovens!