Nossa filosofia

Entenda a estrutura de ensino humanizado da Escola do Sítio

Nossa escola

Escola do Sítio: A Arquitetura de uma Educação Viva

 

 

I. Introdução: Onde o Aprender Tem Raízes

 

Ao cruzar os portões da Escola do Sítio, a primeira impressão não é a de uma instituição de ensino convencional, mas a de um refúgio rústico e vibrante. O ar é preenchido não pelo silêncio austero de corredores, mas pelos sons da natureza e das interações livres. O que se revela é um campus que respira, um ambiente que é, em si, o primeiro e mais fundamental instrumento pedagógico. Esta não é uma escola com um jardim; é um jardim que se tornou uma escola. A instituição, localizada no efervescente distrito de Barão Geraldo, em Campinas, deliberadamente se afasta da imagem estéril de muitas estruturas educacionais para oferecer um ecossistema onde o aprendizado é tão orgânico quanto o ambiente que o nutre.

O próprio nome, “Escola do Sítio”, é uma declaração de identidade, uma alusão direta às suas origens em 1976, quando as primeiras atividades brotaram em um terreno de 2.000 m². Hoje, consolidada e prestes a completar meio século de história, a escola ocupa um espaço de 6.000 m², uma expansão que não buscou a corporativização, mas a amplificação de seu ethos ambiental. A preservação do verde e do “aspecto rústico de seus primórdios” foi uma escolha consciente, transformando o campus em um convite permanente ao aprendizado ao ar livre e ao contato direto com a natureza.

Cada canto deste espaço foi cuidadosamente planejado para ser um catalisador de descobertas. O campus é uma tapeçaria de estímulos: pomar, horta, jardins extensos, tanques de areia, um borboletário, quadras esportivas, um ginásio e um ateliê de artes. Os caminhos que serpenteiam por entre as árvores não são meros trajetos, mas trilhas de exploração que se transformam em estímulos ao aprendizado. O ambiente físico da escola não é um pano de fundo decorativo para a educação; ele é uma condição prévia e indispensável para que a sua proposta pedagógica se concretize. É o primeiro e mais fundamental “Disparador de Aprendizagem”, fornecendo a matéria-prima para a curiosidade que a escola se propõe a cultivar.

 

II. Uma Gênese Libertária: A História e a Missão da Escola do Sítio

 

A trajetória da Escola do Sítio começou em 1976, um período de efervescência social e questionamento de estruturas tradicionais. Sua fundação não foi um ato isolado, mas o resultado da união de “pais e professores compromissados, na época, com uma educação libertária”. Essa gênese definiu um percurso educacional que se opunha aos modelos rígidos e autoritários, propondo em seu lugar uma abordagem democrática, não religiosa e centrada no aluno, que valoriza a participação ativa e o pensamento crítico.

Ao longo de quase cinco décadas, a escola evoluiu de uma alternativa ousada para uma instituição de referência, alcançando uma maturidade que lhe confere solidez e reconhecimento. A gestão, hoje nas mãos da terceira geração de mantenedores, demonstra um compromisso contínuo com a preservação dos valores originais, garantindo que o crescimento da instituição não diluísse sua essência. Essa longevidade é um diferencial crucial; ela transforma a filosofia progressista da escola de um experimento em um modelo educacional testado e comprovado. Em um cenário onde tendências pedagógicas surgem e desaparecem, a capacidade da Escola do Sítio de manter e aprimorar seus princípios fundamentais por tanto tempo atesta a resiliência e a eficácia de sua abordagem.

A missão central da escola, que permaneceu como um farol ao longo de sua história, é a formação de “crianças e jovens autônomos, atuantes e que saibam conviver com a diversidade”. Este objetivo se desdobra em um trabalho pedagógico que fomenta a convivência respeitosa, a liberdade responsável e a capacidade de engajamento construtivo em múltiplos contextos. A escola busca politizar o currículo, repensar modelos organizacionais engessados e educar para e na diferença, trabalhando ativamente com as divergências, subjetividades e identidades que compõem sua comunidade.

Sua localização estratégica em Barão Geraldo, um polo de conhecimento que abriga a Unicamp e a PUC-Campinas, não é acidental. Estar inserida nesse vibrante ecossistema intelectual reforça seu compromisso com a pesquisa, a inovação e o diálogo com a vanguarda do pensamento, posicionando-a como um ator relevante no cenário educacional da região.

 

III. O Ecossistema Pedagógico: Infraestrutura a Serviço da Descoberta

 

A infraestrutura da Escola do Sítio é a materialização de sua filosofia, um ecossistema de 6.000 m² onde cada elemento é projetado para servir à descoberta e à aprendizagem. A análise de seu campus revela uma arquitetura pedagógica que transcende a funcionalidade básica, transformando o espaço físico em um currículo vivo.

O mapeamento do campus evidencia uma diversidade de ambientes que funcionam como laboratórios a céu aberto. Os espaços naturais, como o pomar, a horta, os jardins e o borboletário, são salas de aula dinâmicas para o estudo prático de biologia, ecologia, sustentabilidade e nutrição. Paralelamente, os espaços dedicados ao desenvolvimento criativo, físico e social — como o ateliê de artes, o ginásio, as quadras poliesportivas, os playgrounds e os redários — oferecem saídas para a expressão corporal, a colaboração e o descanso contemplativo. Completando essa estrutura, a biblioteca e os laboratórios servem como centros de pesquisa que apoiam o trabalho investigativo dos alunos.

Um dos aspectos mais sofisticados do design da escola é a simbiose intencional entre natureza e tecnologia. Longe de tratar esses dois domínios como opostos, a escola os integra de forma fluida e produtiva. Todo o campus possui “cobertura completa de conexão wireless”, permitindo que computadores e dispositivos móveis sejam utilizados em qualquer lugar, inclusive ao ar livre. Essa infraestrutura onipresente modela uma visão de mundo contemporânea, onde a tecnologia não é uma distração da natureza, mas uma ferramenta poderosa para investigá-la, documentá-la e compreendê-la. Um aluno pode estar no pomar observando a polinização e, simultaneamente, usar um tablet para pesquisar o ciclo de vida das abelhas ou registrar suas observações em um diário digital. Essa abordagem rejeita a falsa dicotomia entre o mundo natural e o digital, preparando os estudantes para uma realidade que exige tanto letramento ecológico quanto fluência tecnológica. A escola demonstra, na prática, que é possível estar profundamente conectado ao ambiente natural enquanto se utilizam as ferramentas mais avançadas para a construção do conhecimento.

 

IV. O Coração do Método: Desvendando os “Disparadores de Aprendizagem”

 

No núcleo da proposta educacional da Escola do Sítio reside uma metodologia proprietária e inovadora: o “Sistema Sítio de Ensino”, fundamentado na teoria socioconstrutivista. Essa abordagem parte do princípio de que o aprendizado é um processo social e colaborativo, construído através da interação entre os indivíduos e o mundo ao seu redor. Para catalisar esse processo, a escola desenvolveu uma ferramenta pedagógica central: os “Disparadores de Aprendizagem”.

Os “Disparadores” são definidos como experiências, objetos ou temas cuidadosamente selecionados para “despertar o interesse e motivar os estudantes a explorar e construir conhecimentos”. Eles funcionam como fagulhas que incendeiam a curiosidade, transformando os alunos de receptores passivos em investigadores ativos. Em vez de apresentar um conteúdo pronto, o professor oferece um ponto de partida intrigante, a partir do qual os próprios alunos, com sua mediação, constroem o caminho do aprendizado.

Essa metodologia é aplicada de forma progressiva e adaptada ao desenvolvimento dos estudantes, criando um arco pedagógico coerente e sofisticado ao longo de sua jornada escolar:

  • Educação Infantil: O trabalho se inicia com “experiências disparadoras”, atividades sensoriais e lúdicas que provocam a curiosidade inata das crianças pequenas. Uma visita ao Museu da Água, por exemplo, pode gerar semanas de exploração sobre o tema.

  • Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano): A ferramenta principal é o “objeto disparador”, um artefato tangível e muitas vezes enigmático que é apresentado à turma. Exemplos práticos, documentados pela própria escola, incluem uma miniatura de uma “casa quilombola”, que levou a estudos sobre diversidade cultural e moradia , ou uma “cartola”, que desencadeou um projeto sobre cinema mudo e a arte da mímica.

  • Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano): A abordagem evolui para os “temas disparadores”, conceitos mais abstratos e complexos que orientam projetos de pesquisa de longo prazo. Um tema como as influências culturais africanas na cultura brasileira, por exemplo, pode guiar investigações interdisciplinares que culminam na organização da Festa Junina da escola.

Esse currículo emergente, que se molda a partir das questões levantadas pelos alunos, poderia parecer imprevisível. No entanto, ele é gerido com rigor. Ao final de cada projeto, os professores avaliam o percurso de aprendizagem e, caso identifiquem lacunas em relação às competências exigidas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), introduzem atividades complementares para garantir que todos os requisitos curriculares sejam plenamente atendidos.

Tabela 1: A Estrutura Pedagógica da Escola do Sítio    
SegmentoFaixa EtáriaFerramenta Pedagógica PrincipalExemplo de AplicaçãoObjetivos Chave
Educação Infantil1.5 a 5 anosExperiências Disparadoras

Visita ao Museu da Água

Estimular a curiosidade sensorial, a socialização e a exploração lúdica do ambiente.
Ensino Fundamental I1º ao 5º anoObjeto Disparador

“Casa Quilombola” , “Cantil” , “Cartola”

Desenvolver a capacidade de investigação, formulação de hipóteses e trabalho em grupo a partir de um artefato concreto.
Ensino Fundamental II6º ao 9º anoTema Disparador

Estudo sobre influências culturais africanas para a Festa Junina

Promover a pesquisa aprofundada, o pensamento crítico, a argumentação e a autonomia intelectual em projetos complexos.

 

V. O Aluno como Protagonista: Cultivando Autonomia e Pensamento Crítico

 

A consequência direta da metodologia dos “Disparadores” é a centralidade do aluno no processo de aprendizagem. A cultura da Escola do Sítio é construída em torno do conceito de “protagonismo” estudantil. Aqui, os estudantes são sistematicamente incentivados a serem agentes de seu próprio conhecimento: a “expor as ideias, levantar hipóteses para solucionar problemas”, a questionar verdades estabelecidas e a buscar soluções criativas e originais. A pesquisa não é uma atividade esporádica, mas uma “ferramenta cotidiana” para a construção de significados.

Essa filosofia pedagógica, no entanto, só é viável devido a uma escolha estrutural fundamental: a escala da escola. A decisão de limitar a capacidade a um máximo de 250 alunos, com turmas de em média 20 estudantes, não é um mero detalhe de marketing, mas a condição que sustenta todo o modelo. Um método de ensino divergente, que segue caminhos imprevisíveis ditados pela curiosidade dos alunos, exige que os professores mantenham um acompanhamento próximo e contínuo de cada indivíduo. Em turmas grandes, essa facilitação personalizada seria logisticamente impossível. A escala íntima da Escola do Sítio é, portanto, a arquitetura de suporte que permite que a complexa pedagogia do protagonismo funcione na prática.

Essa estrutura possibilita um “olhar individualizado para as capacidades, talentos e necessidades de cada aluno”, incluindo aqueles que necessitam de “cuidados especiais”. A inclusão, nesse contexto, não é apenas uma política, mas uma prática que enriquece o ambiente de aprendizagem para todos, promovendo a aceitação de diferentes realidades e soluções alternativas. A “educação na diferença” é um dos pilares da escola, e o ambiente de pequeno porte, onde “trocas entre faixas etárias são rotineiras”, cria o terreno ideal para o cultivo da empatia, do respeito e da colaboração. É nesse espaço de convivência próxima que os alunos aprendem a navegar pela diversidade, a valorizar múltiplas perspectivas e a construir conhecimento de forma coletiva.

 

VI. Além da Sala de Aula: A Formação Integral e Complementar

 

A abordagem educacional da Escola do Sítio estende-se para além do currículo regular da manhã, abraçando uma visão de formação integral que se materializa no programa da tarde, a “Formação Complementar”. Este programa, oferecido como opção para um período integral, redefine o conceito de atividades extracurriculares, transformando-as de meros apêndices em uma parte estruturalmente integrada da jornada de aprendizagem.

A oferta da Formação Complementar é diversificada, atendendo a múltiplas dimensões do desenvolvimento do aluno. Inclui suporte acadêmico, com oficinas de português, matemática, inglês e sessões de “Orientação de Estudos” para aprimorar técnicas de aprendizado. Abrange também as artes e a cultura, com atividades como teatro e culinária, e promove o bem-estar e o desenvolvimento físico através de esportes como futebol, judô, capoeira e ioga.

O diferencial desta proposta não está na variedade das atividades, mas na sua profunda integração curricular. A escola promove uma colaboração sistemática entre os professores dos períodos da manhã e da tarde para planejar atividades que “complementem o currículo” principal. Isso significa que uma oficina de capoeira à tarde pode ser intencionalmente conectada a um projeto de história do Brasil que ocorre pela manhã, ou uma aula de culinária pode aprofundar conceitos de química e biologia vistos em sala. Essa sinergia garante que o ensino seja “fundamentalmente integral”, onde o aprendizado da tarde reforça, contextualiza e expande o conhecimento construído no período regular, conferindo maior significado e relevância à experiência do aluno.

Além disso, a escola promove ativamente o engajamento dos alunos com a comunidade mais ampla. A participação em iniciativas como o “Parlamento Jovem da Câmara Municipal de Campinas” ou a realização de “Estudos do Meio” em locais como a aldeia indígena “Tekoa Yvy Porã” e o Instituto Baobá, são exemplos de como a escola transcende seus muros para proporcionar experiências de aprendizado cívico e culturalmente imersivas, enriquecendo a formação de cidadãos conscientes e atuantes.

 

VII. Conclusão: Um Legado de Inovação e o Cultivo do Futuro

 

A Escola do Sítio representa uma síntese notável e duradoura de ideais progressistas e prática pedagógica eficaz. Nascida de uma visão libertária, sua proposta educacional floresceu em um ecossistema natural rico, é impulsionada por uma metodologia sofisticada que coloca o aluno no centro do processo e se viabiliza por uma escala intencionalmente íntima. A instituição não é apenas um lugar de ensino, mas um ambiente cuidadosamente cultivado para que o conhecimento brote da curiosidade e da colaboração.

Ao se aproximar de seu cinquentenário, a escola personifica sua própria missão de “semear conhecimento e cultivar empatia, generosidade e transformação”. Seu legado não é o de uma instituição estática, mas o de um organismo vivo que soube evoluir e se adaptar ao longo de décadas sem jamais abandonar os princípios fundamentais que a definem. A maturidade conquistada confere-lhe a autoridade de quem não apenas adota discursos de inovação, mas os pratica consistentemente há quase meio século.

O objetivo final de uma educação na Escola do Sítio transcende a preparação acadêmica. O perfil do egresso que se busca formar é o de um cidadão autônomo, crítico, criativo e colaborativo, capaz de navegar pela complexidade do mundo com respeito, resiliência e um senso de propósito construtivo. Trata-se de equipar os jovens com a competência mais essencial para o futuro: a capacidade de “aprender a aprender”. Ao final, a Escola do Sítio reafirma sua identidade como um lugar onde a educação não é meramente transmitida, mas é, em sua mais profunda essência, cultivada.

Secretaria

A Secretaria é gerenciada pela secretária indicada pela Mantenedora.
Secretária atual: Roselaine Buscaratti

A Secretaria é responsável por gerenciar todos os procedimentos administrativos da instituição, além de atender aos docentes, o pessoal técnico-administrativo e pedagógico, os funcionários, educandos, pais ou responsáveis e pessoas da comunidade, prestando-lhes esclarecimentos relativos à escrituração e legislação.

Diretoria

A Escola do Sítio é integrada pelos diretores administrativo e financeiro, e profissionais educacionais.

Mantenedores

Nossa Filosofia
Renato Nogueira Saldini
Nossa Filosofia
Adriana Andrade Saldini

Os diretores administrativo e financeiro da escola têm as seguintes atribuições:

I
Executar e superintender o plano econômico e financeiro da Escola, tendo em vista suas necessidades de ordem técnico-administrativa e pedagógicas;
II
Supervisionar a parte técnico-administrativa da Escola, responsabilizando-se pela mesma;
III
Administrar o quadro de funcionários da Escola, seus regimes de trabalho e seus respectivos salários;
IV
Superintender os serviços de administração, secretaria, almoxarifado, tesouraria e contabilidade, responsabilizando-se pelos mesmos;
V
Supervisionar a parte financeira de custeio e investimentos da Escola;

VI

Ser responsável pela identificação dos bens da Escola, os quais devem permanecer inventariados e patrimoniados.

Corpo diretivo

Nossa Filosofia
Daniele Maria Megid
Coordenadora pedagógica do 4º ao 9º ano
Nossa Filosofia
Marcela Giudice de Castro e Silva Sales
Coordenadora pedagógica do maternal ao 3º ano
Nossa Filosofia
Maria Aparecida Lima Leme
Diretora e coordenadora pedagógica do 4º ao 9º ano

É de competência do corpo diretivo e educadores:

I
Participar das reuniões técnico-administrativas, pedagógicas e de pais e Mestres;
II
Aplicar sua capacidade de transformar ideias em resultados e grupos de indivíduos em equipes integradas, bem como inovar os procedimentos de trabalho, conquistando níveis crescentes de competência técnica pedagógica;
III
Incentivar a participação de todos os segmentos que compõem a Escola, colaborando para sua efetivação de modo a favorecer o relacionamento entre todos e a construção/reconstrução da Proposta Pedagógica;
IV
Capacitar-se continuamente para compreender, ordenar e facilitar a difusão de conteúdos cognitivos, valores sociais e teoria da educação;
V
Organizar o trabalho pedagógico assessorado pelos coordenadores pedagógicos, gerando condições para sua realização;
VI
Responsabilizar-se pela atualização, exatidão, sistematização e fluxo de dados necessários ao planejamento em nível de Escola e de sistema de ensino;
VII
possibilitar e estimular experiências para o aprimoramento do processo educativo;
VIII
Responder, perante os órgãos competentes, pelo desenvolvimento da Proposta Pedagógica da Escola, bem como pelo cumprimento das normas legais de seu funcionamento;
IX
Garantir a disciplina de funcionamento da Escola;
X
Coordenar ações nas áreas administrativa, pedagógica e comunitária, distribuindo atividades, refletindo e avaliando com as equipes da Escola o seu cumprimento bem como as alterações de reflexões conjuntas;
XI
Compatibilizar as atividades no âmbito da Escola, participando da elaboração, execução e avaliação da Proposta Pedagógica e do Plano Escolar anual.

Em caso de ausência e/ou impedimentos, o coordenador pedagógico deve substituir o diretor e representá-lo nas suas atribuições.